A família cresce e o apartamento não ou nem sempre… E acaba que temos que fazer caber dois onde antes havia lugar para um. Neste caso o negócio é apelar para a criatividade e uma boa marcenaria, viu? Vamos ver alguns exemplos para lhe inspirar?

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Nada contra a solução mais clássica, se houver espaço e decoração criativa (foto SouMãe)

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(foto thebooandtheboy)

Havendo espaço, é legal afastar a lateral da cama da parede, para dar mais conforto. E o bacana é que este espaço foi super bem usado: Serve para colocar objetos, luminária e ainda pode guardar roupas de cama, etc.

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Esta solução que achei na revista casalinda  utiliza super bem o espaço. Eu só colocaria algo para proteger a cama superior e um revestimento entre a cama e a parede.

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(foto thebooandtheboy)

Quando surge um bebê e não há um quartinho só para ele, esta pode ser a solução e por um bom tempo…Não é ótimo, pois o berço acaba ficando baixo (quando você não tem aquele teto alto maravilha, é o jeito..)

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(foto revista casalinda)

Uma variação que achei mais bonita e confortável que a acima. Veja o revestimento em madeira na parede e o detalhe do espelho.

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Milimetricamente medido, este quarto que achei no CasaAbril : Fiquei boba com coube tanta coisa em um quarto tão pequeno e ainda com uma razoável circulação.

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O quarto do site kidsmopolitan tem espaço para 3 crianças em uma pequena metragem. Note que o pé direito pode ser baixo, visto que a cama de baixo está no chão (tem quem não goste, eu sei..e precisa ter uma enorme preocupação com a limpeza, além de não ser bom para alérgicos)

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Gostei da madeira e das ferragens feitas com canos, percebeu? Um design simples e limpo. Só sinto falta, como sempre, de algo na parede para proteger do contato do corpo. Esta foto achei no site centsationalgirl.

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 A decoração é bem crua, sinto falta de alto mais na parede e tal, mas esta é uma boa ideia para quartos compridos e estreitos, com pé direito alto que não dê para um beliche. (foto thebooandtheboy)

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Uma variação da  cama aérea com mesa de estudos embaixo. O único problema é que a altura da cama tem que ser pensada tanto em relação ao pé direito como em relação ao tamanho da criança que vai usar a cama inferior (ou então ela deve deitar com os pés na parede azul , certo ?

Tomara que alguma destas ideias resolva seu problema de “mais crianças que espaço”

 

7 COMENTÁRIOS

  1. Concordo com Leticia. Dormia em beliche, só q eu era a mais velha e ficava em cima bem perto do telhado (amianto), tb nao era bom (sobrevivi). Comprei uma cama dessas tipo casinha em baixo, achei q minha filha adoraria, a cama era enorme, mas o colchao a 1,5 do chao e ela detestava! Noites e noites mal dormidas. Depois q me desfiz da cama, ela voltou a dormir mto bem qdo foi pra cama normal rsss

  2. estou adorando as idéias. tenho um casal Cecília 3anos e Carlos 7 . e final do ano vamos receber nosso apto e quero arrumar com carinho e de modo que dê p arrumar as camas e o cantinho do estudo. O quarto tem 8m2

  3. Oi, Leticia!
    Eu compreendo que beliches baixos demais e até os “normais” podem realmente causar traumas, como aconteceu com vc. Sinto muito.
    Infelizmente, muitas vezes é a única solução…
    E eu realmente prefiro aqueles que tem um recuo entre as camas, de forma que a cabeça da criança que está embaixo não fique abaixo da cama superior (como a 5a. foto de cima para baixo).
    Acho muito válido seu comentário para que os pais pensem que algumas crianças podem se sentir bem e outras ter problemas…É importante o diálogo e a compreensão. Sempre.
    Obrigada!
    ROsana

  4. Vou deixar aqui a minha experiência crescendo com beliche:

    A cama de baixo é sempre meio claustrofóbica e a de cima é uma chatice pra acessar com a escada. A visão do colchão por entre as traves quando você deita na cama de baixo não é a coisa mais linda do mundo – muitas noites de insônia passei estudando a estampa do colchão do meu irmão.

    Eu adorava quando minha mãe desmontava o beliche e colocava as duas camas uma do lado da outra, mesmo que o espaço para brincar ficasse muito menor. Cabia e a minha cama deixava de ser o espaço pra se vestir, estudar e largar mochila dos dois. Cada um tinha o seu.

    E, se for para usar beliche, não decida quem fica com qual cama usando algum critério seu – a partir do momento que segurança não seja um problema, faça um sorteio, um rodízio, ou deixe os pimpolhos decidirem entre si. Eu detestei a regra de que “você é menina e menor (1 ano), a cama de baixo vai ser pra sempre sua”.

    Minha alforria do beliche só veio na adolescência quando mudamos de um apartamento para uma casa maior e ganhei um quarto só meu. Fui em seguida para uma colchão no chão, com espaço até o teto para respirar. Hoje me dou conta que foi uma reação. Até hoje vejo inspirações de lofted beds e penso “nem fo%$¨%ndo”.

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